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Celsinho da Vila Vintém é julgado

15/03/2013

Tenso, irritadiço e explosivo, o traficante Celso Luiz Rodrigues, o Celsinho da Vila Vintém, de 51 anos, foi interrogado nesta quarta-feira em Audiência de Instrução e Julgamento na 1ª Vara Criminal de Bangu.

Ele, que responde a processo por associação ao tráfico de drogas e está preso desde 2002, ficou frente a frente com promotores e o juiz Alexandre Abrahão, e chegou a xingar um policial civil que testemunhava contra ele.

Ao ser apontado por este agente como chefe do tráfico na Vila Vintém, em Padre Miguel, Zona Oeste, e um dos cabeças da facção Amigos dos Amigos (ADA), Celsinho ficou transtornado, levantou-se do banco dos réus e insultou o policial: “Fala que você queria R$ 1 milhão de mim, seu safadão!”, disparou, sendo obrigado pelo juiz a se retirar da sala de audiência.

Aparentando estar acima do peso, Celsinho ainda teve um mal-estar e precisou ser medicado com antialérgico. Ele também mostrou indignação ao ser fotografado durante a audiência.

“Estou sofrendo bastante. Vocês me respeitem e o senhor também”, disse, referindo-se à imprensa e ao juiz, que rebateu: “Algum dia te faltei com respeito?”, indagou o magistrado.

Celsinho, que está preso no Complexo de Gericinó, foi escoltado por agentes do Gupamento do Serviço de Escolta e do Grupamento de Intervenção Tática da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap).

Ele dividiu espaço com outros criminosos, que estão presos e são apontados pelo Ministério Público como seus comparsas. São eles: Fabiano de Moura Leite, conhecido como Desenho; Alexandre Bandeira de Melo, o Piolho; e Elvecio Machado da Silva, o Luquinha.

De acordo com o MP, Deise Mara de Souza Rodrigues, mulher de Celsinho, também responde pelo crime. Ela está foragida, mas foi representada por um advogado. Em outros processos, Celsinho já foi condenado a 99 anos de prisão.

Ordens seriam repassadas pela mulher

Celsinho da Vila Vintém, que é apontado no processo como chefe, mentor intelectual e controlador da venda de drogas naquela comunidade de Padre Miguel, estaria de dentro do presídio dando ordens à sua mulher durante as visitas.

“A Deise é o contato entre o Celso e a Vintém, e estaria dando as ordens mesmo preso. Hoje (quarta-feira), ele estava bastante exaltado”, disse o promotor Horácio Fonseca.

Segundo um policial, que testemunhou contra o traficante, Celsinho teria mandado matar algumas pessoas da comunidade.

“Tivemos informações que alguns foram mortos a mando da Deise, que recebia ordens dele e ficou ‘de frente’ na favela”, comentou o agente. A Justiça não definiu a data do julgamento.

Confira a matéria no site do jornal O Dia

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